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Manias blogueiras

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Galpão vira casa rústica com horta e fogão a lenha

- boas idéias! Morar e trabalhar! 
Casa galpão I 
- Usando o termo dele: despojado!!! Muito despojado e ponha reutilizado! Casa galpão já pensei nisto!
clique: 

sábado, 2 de outubro de 2010

Recicle, crie, preserve e salve


Bom blog.
Luis Toledo de Sá é o cara (RJ).
http://preservblog.blogspot.com/2010/02/casa-recilada-2.html

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Boas ideias reciclaveis e eco-sustentaveis


Recebi hoje, depois de uma longa novela (julho deste ano) o projeto estrutural de minha futura casa, que tem o objetivo de utilizar ao menos 70% de material de demolição ou reutilizaveis - tarefa dificil. O arquitetonico teve a condução da Camile e da Carolina, clientes do Cimples Ócio, hoje totalmente deformado. Portanto uma nova etapa em minha vida e a retomada da pesquisa para a construção (ou re-) de uma casa com uma concepção um pouco diferenciada do padrão curitibano de morar. Neste post estou indicando um site bem interessante que vale a visita pois contem inumeras ideias. Neste caso especifico para reformas. Lá neste site (também tem um blog - mesmo endereço acrescentando /blog no final) voce encontrará assessoria, pesquisas da area, itens como planejamento sustentavel da obra, conforto termo-acustico, uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigaveis, aproveitamento passivo dos recursos naturais indicação de videos e livros como o "Manual do arquiteto descalço" de Johan Van Lengen. Informa também sobre curso em Curitiba nos dias 27, 28 e 29/11 em parceria com a Ecostudio, que ja foi post por aqui. Acessem lá:

domingo, 19 de julho de 2009

Construções sutentaveis - o que é?

Achei um site interessante na busca de entender o que é construção sustentavel. Segue uma parte do que li por lá:

Habitações de baixo custo mais sustentáveis

Muito se tem falado ultimamente sobre sustentabilidade e construções sustentáveis. Mas o que seriam construções sustentáveis? Seriam aquelas que atendessem adequadamente às dimensões da sustentabilidade. Normalmente, tais dimensões são entendidas como aquelas associadas a questões econômicas, sociais e ambientais. Mais recentemente, como menciona a Agenda 21 para a Construção Sustentável, esse número de dimensões foi ampliado e passou a incluir aspectos culturais (identidade com a cultura ou anseios culturais de uma população), políticos (participação da população-alvo nas decisões que lhe dizem respeito), entre outros. Dentro desse quadro cabe assinalar que não existem (ou se existirem, são muito raras) construções sustentáveis. Elas constituem metas a serem buscadas, gradativamente. O que se pode almejar construir são, então, construções mais sustentáveis, em cuja materialização se tenta introduzir tais dimensões.

O Norie (Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação), um dos braços do PPGEC-UFRGS (Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), que se dedica à área de construção, vem desenvolvendo pesquisas, desde o início desta década, que resultaram em propostas para conjuntos habitacionais e habitações voltadas a populações de baixa renda.
fonte:
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil

Bambu brasileiro - boa alternativa




Otimo site sobre bambu - não deixe de disseca-lo. Muito Bom. Segue um trecho.
Fonte:
Conteúdo desenvolvido:
Raphael Moras de Vasconcellos
Rio de Janeiro / BRASIL

1. Suas características estruturais tornam o bambu um material de excelente qualidade. Arquitetos e engenheiros de todo o mundo o utilizam para realizar criações únicas e modernas, com aspectos graciosos. Em países como a Índia e na China o bambu é muito utilizado como andaime, e se tornam gigantescos esqueletos à volta dos prédios modernos, em cidades como Hong Kong.
2. Na sua luta pela sobrevivência o homem buscou sair da floresta e das estepes onde estava para instalar-se em cavernas e grutas, onde o ambiente era mais controlado, sem intervenções da chuva, do vento e dos relâmpagos amedrontadores. Poderiam mais facilmente conter invasores e ter uma vida mais harmoniosa em sociedade. Com o tempo faltou espaço e os homens passaram a utilizar materiais da natureza para construir "cavernas" temporárias. Usavam o que encontravam; pedra, madeira, terra, areia, folhas, e certamente bambu. É tubular, longo e resistente. Flexível e fácil de manusear e transportar, é mais leve que a maioria dos outros materiais fortes.

fonte:
http://www.bambubrasileiro.com

sábado, 18 de julho de 2009

Bambu - utilização outras 2

Você sabia que?
Pode-se obter etanol a partir do bambu?
O bambu pode apresentar até 10% de amido?
O bambu é a planta com maior crescimento diário: no Japão o recorde foi de 121 cm em......24 h?
O bambuzal pode servir de proteção contra catástrofes naturais, como vendavais e tremores de terra?
Rizomas de bambu do gênero Sasa podem alcançar 600 km/ha?
O bambu apresenta cerca de 55% de celulose?O rendimento (t/ha/ano) em carvão de uma plantação de bambu é similar àquele de um plantio de eucalipto?
A densidade do carvão do bambu é superior à densidade da madeira de eucalipto?
O carvão de bambu apresenta propriedades medicinais: algumas pessoas o utilizam para banhos de imersão?
Dentre os vários filamentos para a lâmpada testados por Thomas Edson, o carvão de bambu foi o mais adequado?
Na Índia cerca de 70% do papel é feito à base de bambu?
Pode-se fazer laminado-colado e pisos de bambu?
Diversas ferramentas e utensílios domésticos podem ser feitos com o bambu?
A ponte Golden Gate foi inspirada em pontes pênseis de bambu trançado na China?
Cabos de bambu trançado podem ser equivalentes ao aço CA25?
A resistência à compressão de uma peça curta de bambu pode ser 6 vezes superior ao concreto?
A drenagem com o uso de colmos de bambu é muito eficiente?
Na Tanzânia existem 700 km de tubulações de bambu para irrigação?
No Nordeste do Brasil (Maranhão, Pernambuco e Paraíba) existem milhares de hectares de bambu plantados para a produção de papel?
O bambu raramente floresce e, quando o faz, todos os indivíduos com a mesma origem genética podem florescer simultaneamente (em qualquer lugar em que estejam), vindo a morrer?
É uma oportunidade rara para propagar o bambu através de sementes?
A maior parte dos bambus deve receber um tratamento preservativo?
Existem mais de 4000 usos catalogados para o bambu?
A estrutura dos barcos modernos foi baseada na anatomia do bambu?
Bambu picado pode substituir a areia/brita na confecção de concreto leve (Biokreto)?
O uso do bambu para reforço do concreto é anterior à Segunda Guerra Mundial?
Filtros para café também podem ser feitos com o bambu?
Um telhado pode ser realizado com telhas de bambu (capa-canal)?
De acordo com o ditado popular o bambu deve ser cortado na lua minguante (não existe comprovação científica; na verdade o alvo dos insetos é o amido)?
O caruncho é o maior inimigo do bambu?
O bambu foi uma das primeiras manifestações de vida após o bombardeio nuclear de Hiroshima?

fonte:
(veja ainda no site sobre bambu: historia, propriedades, bibliografia, projetos, fotografias, plantio e preservação).
http://www.brasilis.pro.br/

Bambu - utilização outras




texto do site: http://www.brasilis.pro.br/
A construção com bambu foi largamente utilizada no meio rural principalmente no período colonial. Construções de pau a pique ainda se encontram presentes em várias regiões brasileiras. O bambu também é objeto de estudos para o reforço do concreto, ou combinado com diversos tipos de aglomerantes.

O bambu é uma matéria-prima muito utilizada em diversas partes do mundo para os mais variados fins. No Brasil, no entanto, ainda não se aproveita todo o potencial dessa gramínea gigante.

Este segmento do portal brasilis tem como objetivo fornecer informações sobre o uso racional do bambu.

A espécie vegetal conhecida vulgarmente por bambu pertence à família das Gramineae e apresenta mais de mil espécies espalhadas pelo mundo. A maioria das espécies encontra-se distribuída nos Continentes Asiático e Americano. A Ásia é o maior centro de biodiversidade do bambu, podendo ser considerada seu berço.

Devido às suas múltiplas utilizações e pela facilidade de efetuar seu plantio, o bambu é considerado, principalmente pelos povos asiáticos, como uma dádiva dos deuses, ouro verde da floresta e amigo do homem. No entanto, em outros países, como no Brasil, ao bambu é atribuído, de forma pejorativa, o título de "madeira dos pobres".

No Brasil, as espécies mais conhecidas de bambu são de origem asiática. Algumas delas foram introduzidas pelos colonizadores portugueses (gêneros Bambusa e Dendrocalamus), outras mais recentemente por imigrantes asiáticos (gêneros Sasa e Phyllostachys). As espécies nativas no Brasil são conhecidas geralmente por taquara, taboca, jativoca, taquaruçú ou taboca-açú, conforme sua região de ocorrência. Existem grandes áreas desses tipos de bambu na floresta amazônica (Acre), parque da Foz do Iguaçú e nas margens de alguns rios do Pantanal. Nessas regiões ocorrem bambus do gênero Guadua - um dos mais importantes em construções.

Quando comparado com a Colômbia e o Equador, o Brasil encontra-se em clara desvantagem no tocante ao uso do bambu. Uma hipótese provável, para esse "atraso" tecnológico, refere-se à direção de colonização desses países, ou seja, enquanto que o Brasil foi colonizado via Oceano Atlântico, a Colômbia e o Equador o foram pelo Oceano Pacífico. Os portugueses, interessados apenas na extração do pau-brasil presente na Mata Atlântica, não deram importância às gramíneas existentes nessa floresta, devido ao fato das mesmas apresentarem pequeno porte, não servindo, de um modo geral, para uso em construções. Cabe lembrar que os bambus genuinamente nacionais e que apresentam porte elevado encontravam-se longe da Costa Atlântica; pode-se, inclusive, dizer que a "descoberta" das florestas de bambus gigantes brasileiros é relativamente recente. Por outro lado, quando os espanhóis iniciaram a colonização de seus territórios na América do Sul, se defrontaram com verdadeiras fortalezas construídas pelos nativos, feitas com o bambu Guadua. Desse modo, os descendentes desses nativos apenas continuaram (e aprimoraram) o uso da tecnologia da construção com bambu.

Bambu na estrutura e outros usos

Bambu é alternativa para construção civil


Dono de extensas reservas naturais, localizadas em áreas tropicais e subtropicais, o Brasil pode obter uma boa economia de recursos com a utilização do bambu na construção civil.

Essa alternativa é defendida pelo professor Khosrow Ghavami, que há mais de 20 anos desenvolve estudos sobre o uso do bambu e outros materiais, como fibras de coco, que podem baratear o custo da construção civil. Ghavami é professor titular do Departamento de Engenharia Civil da PUC-Rio e vem desenvolvendo pesquisas sobre a substituição do aço pelo bambu na fabricação de estruturas de concreto. Segundo ele, o material tem resistência suficiente para ser utilizado na fabricação das estruturas. Nos ensaios realizados na universidade, o bambu apresentou resistência à tração de 200 MPa, índice próximo aos 240 MPa apresentados por uma chapa de aço.

“Com esses estudos estamos provando cientificamente que o bambu pode ser utilizado na construção civil”, afirma Ghavami, um dos fundadores e atual presidente da Associação Brasileira de Ciências em Materiais e Tecnologias Não Convencionais (ABMTENC). Para garantir a durabilidade, o material recebe tratamento para evitar apodrecimento e ataque de fungos e cupins.

Uma das principais vantagens do uso do bambu é a economia. Pelos cálculos do professor Ghavami, a utilização pode reduzir em mais de 30% o custo final da construção. Só para ter uma idéia, a fabricação de um tubo de aço consome 50 vezes mais energia do que um de bambu com as mesmas proporções.

A equipe de Ghavami vem dedicando-se a estudar 12 dos 1.200 tipos de bambu já catalogados. “Atualmente, estamos fazendo o mapeamento das suas micro- estruturas para estabelecer as propriedades físicas e mecânicas de cada tipo e verificar a adequação a cada forma de utilização”, explica Khosrow Ghavami, que recebe apoio da FAPERJ através do programa Cientistas do Nosso Estado.

Bambu: uma alternativa com aval de 6 mil anos

A utilização do bambu tem outras vantagens. O material não é poluente, ao contrário do amianto, cuja utilização está proibida em alguns países europeus por estar associado a certas formas de câncer. Além disso, as reservas de bambu são renováveis. “Por tudo isso, pode-se afirmar que o bambu será o material do século XXI”, afirma o professor, lembrando que o bambu já pode ser cortado após três anos de plantado.

Pouco difundida nos grandes centros do Brasil, a utilização do bambu e de fibras vegetais é mais antiga do que se possa imaginar. No Irã, há registro de habitações com mais de 6 mil anos construídas com palha de trigo. O bambu também é amplamente adotado em países como Japão, China e Filipinas. Na América do Sul, o material foi muito usado na região onde fica a Colômbia, mas boa parte foi destruída no período de colonização espanhola. Apesar do baixo custo, o bambu ainda é utilizado no Brasil, quase que exclusivamente, em construções temáticas e de luxo. Já na Costa Rica é empregado em casas populares.
Fonte:
© FAPERJ –

sábado, 11 de julho de 2009

Lustre especial


Se voce gosta de jogar no lixo suas conchas e outros apetrechos de cozinha observem esta foto (Espaço D - ano 8 n.o 11 - 2004 - pag 21) de um lustre - esta no detalhe da foto e no ambiente acima das mesas. Vou fazer em casa não tenham duvida. No foto mais abaixo vejam as luminárias laterais, bem interessantes também.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Modinha ecologica e meio ambiente

Achei este texto de bastante conteudo buscando dicas sobre uso de madeira de demolição para fazer meus bancos e mesas. Como sempre estive meio a margem das modinhas, tanto na musica como na na descontrução do espaço Cimples Ocio, repasso:

Materiais com baixos impactos no meio ambiente, na sua saúde e no seu bolso.
Por Claudia Cavani
A construção ou a reforma de uma casa sempre começa com o sonho de melhorar o ambiente em que se vive. Que tal adicionar a isso uma preocupação com a sustentabilidade, minimizando sua pegada ecológica e criando um ambiente que não agrida a saúde de sua família?
Assim, a tarefa de escolher os materiais que serão utilizados em construções e reformas, e que sejam sustentáveis, deve ser feita com atenção e muito cuidado. Afinal, produtos que se auto-declaram ecológicos tornaram-se “moda” no mercado e, infelizmente, nem sempre esta descrição é real. Materiais sustentáveis devem possuir custo-benefício similar ao de seus contratipos, isto é dos materiais de mesma aplicação, devem apresentar qualidade e durabilidade comprovada, e ser produzidos com responsabilidade social e ambiental considerando, para isto, toda a cadeia produtiva. De fato, a tarefa não é simples.
A maneira ideal seria poder avaliar todo o processo produtivo, desde a extração de matéria-prima, a manufatura e o descarte do produto após uso. Com estas avaliações feitas seria possível eleger o material que fosse produzido com menor impacto ambiental e social, que utilizasse a menor quantidade de energia em sua produção e que ainda pudesse ser reutilizado ou reciclado (sem perder os requisitos de desempenho).
A construção de uma residência, por exemplo, envolve a aquisição de inúmeros materiais construtivos e a cada escolha correta pode-se dizer que a sociedade ganha com isso. Hoje é muito comum ouvir dizer que ao se utilizar uma tinta, deve ser base água. Este conceito começa a ser difundido porque esses tipos de produtos podem conter componentes que emitem compostos orgânicos voláteis e que são prejudiciais à saúde humana. É correto pensar que uma tinta base água apresente realmente uma menor emissão de compostos orgânicos voláteis, se comparada às tintas base solvente. No entanto, é preciso ter consciência de que mesmo uma tinta base água pode apresentar emissão de compostos orgânicos voláteis acima de parâmetros aceitáveis; e assim, o mais indicado ao se escolher seria uma tinta sem solvente, que tivesse também a quantificação destes compostos comprovada e declarada. Estas mesmas considerações valem para adesivos, selantes, impermeabilizantes, silicones, vernizes, emulsões asfálticas.
As soluções para economia e racionalização do uso da água também são muito bem vindas. Torneiras com sensores e temporizadores, válvulas de descarga e de mictório com baixos volumes de descarga e ainda reguladores de vazão para chuveiros e torneiras são algumas destas soluções que representam redução de gastos e do consumo desnecessário dos recursos naturais. Lâmpadas mais eficientes contribuem para redução do consumo de energia, e como exemplo, podemos citar as que possuem o Selo Procel. Ainda, para a escolha de lâmpadas é necessário verificar os teores de mercúrio contidos na composição do produto; e então optar por aqueles que apresentem o menor teor deste metal.
Para outros materiais como pisos, concreto, porcelanatos; que a princípio não apresentam nenhum impedimento, é interessante optar por fabricantes que utilizem materiais reciclados para compor o produto (sem, é claro, perder a qualidade), e que tenham a extração de matérias-primas e manufatura do produto nas proximidades da obra, reduzindo assim os gastos com transporte. É válido também optar por materiais que possam ser reciclados no futuro. Diante da necessidade de lançar produtos cada vez mais corretos e sustentáveis, surgem a cada dia novas soluções. É importante, portanto, estar atento a estes produtos para checar as características de cada material e então conseguir optar pela melhor alternativa em oferta. Para colaborar nesta missão de escolher corretamente o que entrará ou não na sua casa, o
Grupo SustentaX,, vem submetendo a testes vários produtos para que possam ser atestados como sustentáveis e com qualidade garantida. No site www.selosustentax.com.br é possível conhecer detalhadamente os produtos atestados e verificar como contribuem na redução do impacto no meio ambiente e na melhoria da saúde e qualidade de vida da sua família.
Claudia Cavani, Química pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, com mestrado na área de inflamabilidade de materiais poliméricos pela Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp, e responde pela área técnica de avaliação de materiais do Grupo SustentaX.