Elas postam ótimas receitas, mas tem outras boas matérias também. Segue uma delas - de uma casa na Bahia. Tem varios elementos que utilizarei na minha casa. Copiei algumas fotos e a matéria completa veja na nossa fonte:sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Blog Rainhas do Lar - casinha bonitinha!!!!
Elas postam ótimas receitas, mas tem outras boas matérias também. Segue uma delas - de uma casa na Bahia. Tem varios elementos que utilizarei na minha casa. Copiei algumas fotos e a matéria completa veja na nossa fonte:quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Teste para obras sustentaveis
Ja tinha visto umas duas ou tres vezes este teste e sempre achei bobagem, mas hoje pesquisando sobre fundações e algum material alternativo para encher os blocos da fundação, bati com o teste novamente. Minha pontuação deu 85, mas dei alguns chutes, pois minha obra esta bem no começo - mas valeu o tempo perdido, pois abriu um pouco mais a cabeça com relaçao à instalação eletrica e aproveitamento da agua da chuva e tratamento de esgotos.
http://casa.abril.com.br/arquitetura/livre/teste/sustentavel/
http://casa.abril.com.br/arquitetura/livre/teste/sustentavel/
Fundações do Cimples Ócio e sustentabilidade
Estou iniciando a fundação da minha casa no espaçao Cimples Ócio aqui em Curitiba, no bairro Tingui. A ideia é fazer uma casa com 80% de material reaproveitavel - na verdade não sei como fazer esta conta ainda. No momento brigo para buscar alternativas, mas estou pesquisando - as duas pessoas responsaveis - Osmar e Marcio, são pela compra de material novo - da areia, pedra e cimento - não consegui escapar, mas o ferro comprei usado e diminui em torno de 60% do inicial pesquisado, leia-se ferro novo.
Mas o assunto desta postagem é a fundação e encontrei pouca coisa, mas acabei caindo neste texto, que vale a pena repetir nesta espaço:
A importância da sustentabilidade para a construção civil
Autoria: Samara Meneses Silva *
04 de fevereiro de 2009
Num mercado cada vez mais competitivo, as empresas da construção civil buscam atender à demanda social por obras com menor impacto sobre o ambiente. O momento favorável da economia brasileira traz crescimento nos resultados das empresas e levanta discussões práticas com todos os envolvidos. O sucesso empresarial será revertido para sociedade, mas algumas dificuldades devem trazer preocupação aos projetistas, aos fabricantes de materiais e à mão-de-obra técnica e gerencial.
Em cidades com acelerada inserção de obras no meio urbano, o impacto negativo da construção pode ir além do custo do metro quadrado.
A construção civil é tão poluente como os carros e as indústrias, pois contribuem para o desmatamento das florestas, o aquecimento global, o uso irracional de água, o efeito estufa e os ruídos urbanos, entre outros fenômenos. No mundo, construção civil consome cerca de 25% da madeira de uso não combustível, 40% dos materiais e energias e 17% da água doce.
Para combater a imagem da construção como “acidente ecológico”, os princípios da construção sustentável seriam uma nova maneira de abordar a elaboração do programa da edificação, a concepção, a realização e a gestão dos prédios. Algumas medidas podem ser tomadas pelos arquitetos e projetistas para a elaboração de um edifício visando a redução do impacto sobre o meio ambiente: optar por implantações e orientações de prédios que respeitem as características do terreno e o clima; privilegiar tratamentos paisagísticos; escolher materiais adaptados ao entorno e provenientes de locais próximos; otimizar o sistema construtivo evitando super dimensionamentos; implantar sistemas de gestão de resíduos durante a obra e procedimentos limpos; favorecer o uso de luz natural; buscar o equilíbrio entre iluminação e sistemas de ventilação naturais e artificiais; prover o edifício de sistemas de geração de energia e consumo renovável; economizar água potável; reduzir as perdas no aproveitamento da água de chuva; escolher equipamentos sanitários eficientes; reduzir a área impermeável; otimizar o saneamento das águas residuais; garantir a gestão de águas pluviais no terreno; implantar de técnicas de depuração de esgotos antes de ir para rede pública; escolher materiais para tubulações hidráulicas que não contaminem a água; proteger a rede de distribuição coletiva de água; fazer um levantamento de usos dos futuros resíduos que serão produzidos pelo prédio; prever locais específicos para cada tipo de resíduo, a coleta e reaproveitamento; elaborar projetos de acordo como clima da região e o uso do edifício visando a redução do consumo energético por equipamentos de climatização; analisar o comportamento acústico na definição da volumetria do edifício; providenciar proteção acústica natural e artificial; usar elementos de proteção solar; prever meios de controle e regulação necessários à iluminação natural para evitar o superaquecimento; utilizar materiais e produtos menos contaminantes; escolher materiais normatizados; pressupor a ergonomia no projeto; incentivar o uso de transportes públicos e ciclovias; observar a legislação vigente de acessibilidade e promover a integração de usuários portadores de deficiências.
Existem inúmeras medidas para criar um projeto que provoque o menor impacto ambiental. Porém essas medidas devem ser analisadas e aplicadas em todas as fases do ciclo de vida do edifício desde a programação, concepção, execução, ocupação, manutenção, reabilitação e eventual demolição. Nas áreas do planejamento arquitetônico e urbanismo também devem ser tomadas algumas medidas para implantação de um programa de desenvolvimento sustentável, tais como: pesquisar o emprego de novos materiais na construção; reestruturar a distribuição de zonas residenciais e industriais; reciclar materiais reaproveitáveis e buscar fontes alternativas de energia.
A adoção da sustentabilidade pelas empresas do setor da construção servirá para que sejam atingidos alguns objetivos estratégicos mas, mais importante, para desenvolver a consciência das pessoas no ambiente de negócios.
* Gerente de Incorporação da Cosil Construções e Incorporações e pós-graduanda do CEAG da Fundação Getulio Vargas.
Mas o assunto desta postagem é a fundação e encontrei pouca coisa, mas acabei caindo neste texto, que vale a pena repetir nesta espaço:
A importância da sustentabilidade para a construção civil
Autoria: Samara Meneses Silva *
04 de fevereiro de 2009
Num mercado cada vez mais competitivo, as empresas da construção civil buscam atender à demanda social por obras com menor impacto sobre o ambiente. O momento favorável da economia brasileira traz crescimento nos resultados das empresas e levanta discussões práticas com todos os envolvidos. O sucesso empresarial será revertido para sociedade, mas algumas dificuldades devem trazer preocupação aos projetistas, aos fabricantes de materiais e à mão-de-obra técnica e gerencial.
Em cidades com acelerada inserção de obras no meio urbano, o impacto negativo da construção pode ir além do custo do metro quadrado.
A construção civil é tão poluente como os carros e as indústrias, pois contribuem para o desmatamento das florestas, o aquecimento global, o uso irracional de água, o efeito estufa e os ruídos urbanos, entre outros fenômenos. No mundo, construção civil consome cerca de 25% da madeira de uso não combustível, 40% dos materiais e energias e 17% da água doce.
Para combater a imagem da construção como “acidente ecológico”, os princípios da construção sustentável seriam uma nova maneira de abordar a elaboração do programa da edificação, a concepção, a realização e a gestão dos prédios. Algumas medidas podem ser tomadas pelos arquitetos e projetistas para a elaboração de um edifício visando a redução do impacto sobre o meio ambiente: optar por implantações e orientações de prédios que respeitem as características do terreno e o clima; privilegiar tratamentos paisagísticos; escolher materiais adaptados ao entorno e provenientes de locais próximos; otimizar o sistema construtivo evitando super dimensionamentos; implantar sistemas de gestão de resíduos durante a obra e procedimentos limpos; favorecer o uso de luz natural; buscar o equilíbrio entre iluminação e sistemas de ventilação naturais e artificiais; prover o edifício de sistemas de geração de energia e consumo renovável; economizar água potável; reduzir as perdas no aproveitamento da água de chuva; escolher equipamentos sanitários eficientes; reduzir a área impermeável; otimizar o saneamento das águas residuais; garantir a gestão de águas pluviais no terreno; implantar de técnicas de depuração de esgotos antes de ir para rede pública; escolher materiais para tubulações hidráulicas que não contaminem a água; proteger a rede de distribuição coletiva de água; fazer um levantamento de usos dos futuros resíduos que serão produzidos pelo prédio; prever locais específicos para cada tipo de resíduo, a coleta e reaproveitamento; elaborar projetos de acordo como clima da região e o uso do edifício visando a redução do consumo energético por equipamentos de climatização; analisar o comportamento acústico na definição da volumetria do edifício; providenciar proteção acústica natural e artificial; usar elementos de proteção solar; prever meios de controle e regulação necessários à iluminação natural para evitar o superaquecimento; utilizar materiais e produtos menos contaminantes; escolher materiais normatizados; pressupor a ergonomia no projeto; incentivar o uso de transportes públicos e ciclovias; observar a legislação vigente de acessibilidade e promover a integração de usuários portadores de deficiências.
Existem inúmeras medidas para criar um projeto que provoque o menor impacto ambiental. Porém essas medidas devem ser analisadas e aplicadas em todas as fases do ciclo de vida do edifício desde a programação, concepção, execução, ocupação, manutenção, reabilitação e eventual demolição. Nas áreas do planejamento arquitetônico e urbanismo também devem ser tomadas algumas medidas para implantação de um programa de desenvolvimento sustentável, tais como: pesquisar o emprego de novos materiais na construção; reestruturar a distribuição de zonas residenciais e industriais; reciclar materiais reaproveitáveis e buscar fontes alternativas de energia.
A adoção da sustentabilidade pelas empresas do setor da construção servirá para que sejam atingidos alguns objetivos estratégicos mas, mais importante, para desenvolver a consciência das pessoas no ambiente de negócios.
* Gerente de Incorporação da Cosil Construções e Incorporações e pós-graduanda do CEAG da Fundação Getulio Vargas.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Tibá - um dos precursores




Revendo algumas bibliografias lembrei deste site - tem diversos cursos e um dos organizadores é um dos papas da construção alternativa. ecologicamente correta ou o termo que voce quiser para morar ou construir com coerencia. Tem inumeras ideias de bio-construção, Muito bom! Segue um pequeno trecho e o endereço:
"Toda arquitetura consiste em fazer uma cobertura e suas funções são iguais para qualquer ser humano. De um jeito ou de outro, o homem quer se proteger do sol, da chuva, do vento, dos outros animais – enfim, ele quer se sentir seguro dos elementos que podem causar desconforto. Uma casa é para se sentir bem, não interessa se é luxuosa ou se é de um simples material como o gelo, a essência é de nos cobrir e de proporcionar uma área para dormir, trabalhar, conviver, namorar - isso é o que esperamos de uma moradia, e esse é o trabalho do arquiteto: criar um espaço em harmonia."
Boas ideias reciclaveis e eco-sustentaveis

Recebi hoje, depois de uma longa novela (julho deste ano) o projeto estrutural de minha futura casa, que tem o objetivo de utilizar ao menos 70% de material de demolição ou reutilizaveis - tarefa dificil. O arquitetonico teve a condução da Camile e da Carolina, clientes do Cimples Ócio, hoje totalmente deformado. Portanto uma nova etapa em minha vida e a retomada da pesquisa para a construção (ou re-) de uma casa com uma concepção um pouco diferenciada do padrão curitibano de morar. Neste post estou indicando um site bem interessante que vale a visita pois contem inumeras ideias. Neste caso especifico para reformas. Lá neste site (também tem um blog - mesmo endereço acrescentando /blog no final) voce encontrará assessoria, pesquisas da area, itens como planejamento sustentavel da obra, conforto termo-acustico, uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigaveis, aproveitamento passivo dos recursos naturais indicação de videos e livros como o "Manual do arquiteto descalço" de Johan Van Lengen. Informa também sobre curso em Curitiba nos dias 27, 28 e 29/11 em parceria com a Ecostudio, que ja foi post por aqui. Acessem lá:
terça-feira, 21 de julho de 2009
Aproveitamento de agua da chuva
Quiosques

Algumas boas ideias para areas de lazer/sossego.

fonte: revista Plantas, flores, jardins e decoração, n.o 77
Plantas e cuidados


Olha a materia da revista Jardins e decoração sobre dicas para cuidar das plantas com procedimentos e produtos naturais. Ckique na imagem para ler.
fonte: revista Plantas, flores, jardins&Decoração, nr. 77
Marcadores:
plantas cuidados naturais,
plantas e vasos
domingo, 19 de julho de 2009
Estruturas de concreto e aço - uso. Cultural!?
GUSTAVO PENNA 

foto (do site)Escola Guinard: bom exemplo de aplicação do aço na cultura brasileira, privilegiando espaços abertos e varandas
- Boa entrevista que analisa nossa cultura, clima, etc. Não deixe de ler!
Em entrevista concedida à Téchne, Penna aponta a necessidade de uma união dos vários agentes envolvidos com o uso de estruturas metálicas para fomentar produções arquitetônicas de maior criatividade e inventividade adequadas ao solo e modo de vida brasileiros.
Por que no Brasil não temos muitas obras que empregam estruturas metálicas? Falta de cultura ou de sistema tecnológico compatível?
A linguagem do concreto no Brasil foi inventada por gente como Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Paulo Mendes da Rocha, entre outros. São grandes criadores com o concreto. Qual é a estética brasileira do aço? Não existe. A estética brasileira do aço está para nascer porque o que nós ainda fazemos é a repetição de modelos importados versados para tecnologia tupiniquim.
E a solução para isso?
O que deveríamos fazer aqui é entender nosso clima, nossa gente, nossos valores estéticos e culturais e colocar isso em construção metálica. Como o brasileiro faria uma arquitetura com aço? São os grandes vãos? O retorno das varandas? A varanda é nosso lugar mais brasileiro, tropical e democrático. É o momento de pensar as várias ideias, e as várias correntes que estão aí sufocadas virem e aparecerem com suas propostas. Não é o momento de repetir os erros do passado.
Poderia citar arquitetos brasileiros que usam o aço com propriedade, fora o senhor e os arquitetos Siegbert Zanettini e João Walter Toscano, entre outros?
Eu não tenho dúvidas que existam vários arquitetos que lutam com as mesmas dificuldades que eu luto, mas não é uma questão de um indivíduo, é uma questão muito mais ampla, de cultura mesmo, é uma questão da sociedade que não pensa em arquitetura como solucionadora de problemas. Eu não sei se a arquitetura foi em algum momento colocada na história para fazer "boniteza" em vez de beleza, como algo supérfluo. No entanto, arquitetura é fundamental para que o homem viva em paz com o seu planeta, porque ela promete gentilezas e harmonias. Existem arquitetos jovens em Minas que fazem esse trabalho, mas como esses arquitetos ainda não têm um apoio substancial - a indústria do concreto dá esse apoio - existem muitos equívocos de fundamentos no uso das estruturas metálicas.
Que equívocos são esses?
São questões da linguagem arquitetônica. O aço não é para fazer um detalhe agressivo, ou de impacto, em um canto da esquadria, ou exibir uma cobertura de um grande vão. Quando uma obra é de aço, ela nasce de aço, ela não é alternativa ao concreto. A partir do primeiro croqui ela nasce de aço. O aço tem características próprias, ele trabalha melhor à tração, é mais esbelto, mas não me atrai essa arquitetura cheia de diagonais que à primeira vista o aço obriga a fazer. Todo mundo que eu conheço, no senso comum, faz estrutura metálica como uma coisa toda irrequieta, cheia de diagonais.
veja entrevista no seu todo no (fonte):
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/146/artigo139035-1.asp


foto (do site)Escola Guinard: bom exemplo de aplicação do aço na cultura brasileira, privilegiando espaços abertos e varandas
- Boa entrevista que analisa nossa cultura, clima, etc. Não deixe de ler!
Em entrevista concedida à Téchne, Penna aponta a necessidade de uma união dos vários agentes envolvidos com o uso de estruturas metálicas para fomentar produções arquitetônicas de maior criatividade e inventividade adequadas ao solo e modo de vida brasileiros.
Por que no Brasil não temos muitas obras que empregam estruturas metálicas? Falta de cultura ou de sistema tecnológico compatível?
A linguagem do concreto no Brasil foi inventada por gente como Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Paulo Mendes da Rocha, entre outros. São grandes criadores com o concreto. Qual é a estética brasileira do aço? Não existe. A estética brasileira do aço está para nascer porque o que nós ainda fazemos é a repetição de modelos importados versados para tecnologia tupiniquim.
E a solução para isso?
O que deveríamos fazer aqui é entender nosso clima, nossa gente, nossos valores estéticos e culturais e colocar isso em construção metálica. Como o brasileiro faria uma arquitetura com aço? São os grandes vãos? O retorno das varandas? A varanda é nosso lugar mais brasileiro, tropical e democrático. É o momento de pensar as várias ideias, e as várias correntes que estão aí sufocadas virem e aparecerem com suas propostas. Não é o momento de repetir os erros do passado.
Poderia citar arquitetos brasileiros que usam o aço com propriedade, fora o senhor e os arquitetos Siegbert Zanettini e João Walter Toscano, entre outros?
Eu não tenho dúvidas que existam vários arquitetos que lutam com as mesmas dificuldades que eu luto, mas não é uma questão de um indivíduo, é uma questão muito mais ampla, de cultura mesmo, é uma questão da sociedade que não pensa em arquitetura como solucionadora de problemas. Eu não sei se a arquitetura foi em algum momento colocada na história para fazer "boniteza" em vez de beleza, como algo supérfluo. No entanto, arquitetura é fundamental para que o homem viva em paz com o seu planeta, porque ela promete gentilezas e harmonias. Existem arquitetos jovens em Minas que fazem esse trabalho, mas como esses arquitetos ainda não têm um apoio substancial - a indústria do concreto dá esse apoio - existem muitos equívocos de fundamentos no uso das estruturas metálicas.
Que equívocos são esses?
São questões da linguagem arquitetônica. O aço não é para fazer um detalhe agressivo, ou de impacto, em um canto da esquadria, ou exibir uma cobertura de um grande vão. Quando uma obra é de aço, ela nasce de aço, ela não é alternativa ao concreto. A partir do primeiro croqui ela nasce de aço. O aço tem características próprias, ele trabalha melhor à tração, é mais esbelto, mas não me atrai essa arquitetura cheia de diagonais que à primeira vista o aço obriga a fazer. Todo mundo que eu conheço, no senso comum, faz estrutura metálica como uma coisa toda irrequieta, cheia de diagonais.
veja entrevista no seu todo no (fonte):
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/146/artigo139035-1.asp
Construções sutentaveis - o que é?
Achei um site interessante na busca de entender o que é construção sustentavel. Segue uma parte do que li por lá:
Habitações de baixo custo mais sustentáveis
Muito se tem falado ultimamente sobre sustentabilidade e construções sustentáveis. Mas o que seriam construções sustentáveis? Seriam aquelas que atendessem adequadamente às dimensões da sustentabilidade. Normalmente, tais dimensões são entendidas como aquelas associadas a questões econômicas, sociais e ambientais. Mais recentemente, como menciona a Agenda 21 para a Construção Sustentável, esse número de dimensões foi ampliado e passou a incluir aspectos culturais (identidade com a cultura ou anseios culturais de uma população), políticos (participação da população-alvo nas decisões que lhe dizem respeito), entre outros. Dentro desse quadro cabe assinalar que não existem (ou se existirem, são muito raras) construções sustentáveis. Elas constituem metas a serem buscadas, gradativamente. O que se pode almejar construir são, então, construções mais sustentáveis, em cuja materialização se tenta introduzir tais dimensões.
O Norie (Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação), um dos braços do PPGEC-UFRGS (Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), que se dedica à área de construção, vem desenvolvendo pesquisas, desde o início desta década, que resultaram em propostas para conjuntos habitacionais e habitações voltadas a populações de baixa renda.
fonte:
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil
Habitações de baixo custo mais sustentáveis
Muito se tem falado ultimamente sobre sustentabilidade e construções sustentáveis. Mas o que seriam construções sustentáveis? Seriam aquelas que atendessem adequadamente às dimensões da sustentabilidade. Normalmente, tais dimensões são entendidas como aquelas associadas a questões econômicas, sociais e ambientais. Mais recentemente, como menciona a Agenda 21 para a Construção Sustentável, esse número de dimensões foi ampliado e passou a incluir aspectos culturais (identidade com a cultura ou anseios culturais de uma população), políticos (participação da população-alvo nas decisões que lhe dizem respeito), entre outros. Dentro desse quadro cabe assinalar que não existem (ou se existirem, são muito raras) construções sustentáveis. Elas constituem metas a serem buscadas, gradativamente. O que se pode almejar construir são, então, construções mais sustentáveis, em cuja materialização se tenta introduzir tais dimensões.
O Norie (Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação), um dos braços do PPGEC-UFRGS (Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), que se dedica à área de construção, vem desenvolvendo pesquisas, desde o início desta década, que resultaram em propostas para conjuntos habitacionais e habitações voltadas a populações de baixa renda.
fonte:
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil
Bambu brasileiro - boa alternativa



Otimo site sobre bambu - não deixe de disseca-lo. Muito Bom. Segue um trecho.
Fonte:
Conteúdo desenvolvido:
Raphael Moras de Vasconcellos
Rio de Janeiro / BRASIL
1. Suas características estruturais tornam o bambu um material de excelente qualidade. Arquitetos e engenheiros de todo o mundo o utilizam para realizar criações únicas e modernas, com aspectos graciosos. Em países como a Índia e na China o bambu é muito utilizado como andaime, e se tornam gigantescos esqueletos à volta dos prédios modernos, em cidades como Hong Kong.
2. Na sua luta pela sobrevivência o homem buscou sair da floresta e das estepes onde estava para instalar-se em cavernas e grutas, onde o ambiente era mais controlado, sem intervenções da chuva, do vento e dos relâmpagos amedrontadores. Poderiam mais facilmente conter invasores e ter uma vida mais harmoniosa em sociedade. Com o tempo faltou espaço e os homens passaram a utilizar materiais da natureza para construir "cavernas" temporárias. Usavam o que encontravam; pedra, madeira, terra, areia, folhas, e certamente bambu. É tubular, longo e resistente. Flexível e fácil de manusear e transportar, é mais leve que a maioria dos outros materiais fortes.
fonte:
http://www.bambubrasileiro.com
sábado, 18 de julho de 2009
Bambu - utilização outras 2
Você sabia que?
Pode-se obter etanol a partir do bambu?
O bambu pode apresentar até 10% de amido?
O bambu é a planta com maior crescimento diário: no Japão o recorde foi de 121 cm em......24 h?
O bambuzal pode servir de proteção contra catástrofes naturais, como vendavais e tremores de terra?
Rizomas de bambu do gênero Sasa podem alcançar 600 km/ha?
O bambu apresenta cerca de 55% de celulose?O rendimento (t/ha/ano) em carvão de uma plantação de bambu é similar àquele de um plantio de eucalipto?
A densidade do carvão do bambu é superior à densidade da madeira de eucalipto?
O carvão de bambu apresenta propriedades medicinais: algumas pessoas o utilizam para banhos de imersão?
Dentre os vários filamentos para a lâmpada testados por Thomas Edson, o carvão de bambu foi o mais adequado?
Na Índia cerca de 70% do papel é feito à base de bambu?
Pode-se fazer laminado-colado e pisos de bambu?
Diversas ferramentas e utensílios domésticos podem ser feitos com o bambu?
A ponte Golden Gate foi inspirada em pontes pênseis de bambu trançado na China?
Cabos de bambu trançado podem ser equivalentes ao aço CA25?
A resistência à compressão de uma peça curta de bambu pode ser 6 vezes superior ao concreto?
A drenagem com o uso de colmos de bambu é muito eficiente?
Na Tanzânia existem 700 km de tubulações de bambu para irrigação?
No Nordeste do Brasil (Maranhão, Pernambuco e Paraíba) existem milhares de hectares de bambu plantados para a produção de papel?
O bambu raramente floresce e, quando o faz, todos os indivíduos com a mesma origem genética podem florescer simultaneamente (em qualquer lugar em que estejam), vindo a morrer?
É uma oportunidade rara para propagar o bambu através de sementes?
A maior parte dos bambus deve receber um tratamento preservativo?
Existem mais de 4000 usos catalogados para o bambu?
A estrutura dos barcos modernos foi baseada na anatomia do bambu?
Bambu picado pode substituir a areia/brita na confecção de concreto leve (Biokreto)?
O uso do bambu para reforço do concreto é anterior à Segunda Guerra Mundial?
Filtros para café também podem ser feitos com o bambu?
Um telhado pode ser realizado com telhas de bambu (capa-canal)?
De acordo com o ditado popular o bambu deve ser cortado na lua minguante (não existe comprovação científica; na verdade o alvo dos insetos é o amido)?
O caruncho é o maior inimigo do bambu?
O bambu foi uma das primeiras manifestações de vida após o bombardeio nuclear de Hiroshima?
fonte:
(veja ainda no site sobre bambu: historia, propriedades, bibliografia, projetos, fotografias, plantio e preservação).
http://www.brasilis.pro.br/
Pode-se obter etanol a partir do bambu?
O bambu pode apresentar até 10% de amido?
O bambu é a planta com maior crescimento diário: no Japão o recorde foi de 121 cm em......24 h?
O bambuzal pode servir de proteção contra catástrofes naturais, como vendavais e tremores de terra?
Rizomas de bambu do gênero Sasa podem alcançar 600 km/ha?
O bambu apresenta cerca de 55% de celulose?O rendimento (t/ha/ano) em carvão de uma plantação de bambu é similar àquele de um plantio de eucalipto?
A densidade do carvão do bambu é superior à densidade da madeira de eucalipto?
O carvão de bambu apresenta propriedades medicinais: algumas pessoas o utilizam para banhos de imersão?
Dentre os vários filamentos para a lâmpada testados por Thomas Edson, o carvão de bambu foi o mais adequado?
Na Índia cerca de 70% do papel é feito à base de bambu?
Pode-se fazer laminado-colado e pisos de bambu?
Diversas ferramentas e utensílios domésticos podem ser feitos com o bambu?
A ponte Golden Gate foi inspirada em pontes pênseis de bambu trançado na China?
Cabos de bambu trançado podem ser equivalentes ao aço CA25?
A resistência à compressão de uma peça curta de bambu pode ser 6 vezes superior ao concreto?
A drenagem com o uso de colmos de bambu é muito eficiente?
Na Tanzânia existem 700 km de tubulações de bambu para irrigação?
No Nordeste do Brasil (Maranhão, Pernambuco e Paraíba) existem milhares de hectares de bambu plantados para a produção de papel?
O bambu raramente floresce e, quando o faz, todos os indivíduos com a mesma origem genética podem florescer simultaneamente (em qualquer lugar em que estejam), vindo a morrer?
É uma oportunidade rara para propagar o bambu através de sementes?
A maior parte dos bambus deve receber um tratamento preservativo?
Existem mais de 4000 usos catalogados para o bambu?
A estrutura dos barcos modernos foi baseada na anatomia do bambu?
Bambu picado pode substituir a areia/brita na confecção de concreto leve (Biokreto)?
O uso do bambu para reforço do concreto é anterior à Segunda Guerra Mundial?
Filtros para café também podem ser feitos com o bambu?
Um telhado pode ser realizado com telhas de bambu (capa-canal)?
De acordo com o ditado popular o bambu deve ser cortado na lua minguante (não existe comprovação científica; na verdade o alvo dos insetos é o amido)?
O caruncho é o maior inimigo do bambu?
O bambu foi uma das primeiras manifestações de vida após o bombardeio nuclear de Hiroshima?
fonte:
(veja ainda no site sobre bambu: historia, propriedades, bibliografia, projetos, fotografias, plantio e preservação).
http://www.brasilis.pro.br/
Bambu - utilização outras



texto do site: http://www.brasilis.pro.br/
A construção com bambu foi largamente utilizada no meio rural principalmente no período colonial. Construções de pau a pique ainda se encontram presentes em várias regiões brasileiras. O bambu também é objeto de estudos para o reforço do concreto, ou combinado com diversos tipos de aglomerantes.
O bambu é uma matéria-prima muito utilizada em diversas partes do mundo para os mais variados fins. No Brasil, no entanto, ainda não se aproveita todo o potencial dessa gramínea gigante.
Este segmento do portal brasilis tem como objetivo fornecer informações sobre o uso racional do bambu.
A espécie vegetal conhecida vulgarmente por bambu pertence à família das Gramineae e apresenta mais de mil espécies espalhadas pelo mundo. A maioria das espécies encontra-se distribuída nos Continentes Asiático e Americano. A Ásia é o maior centro de biodiversidade do bambu, podendo ser considerada seu berço.
Devido às suas múltiplas utilizações e pela facilidade de efetuar seu plantio, o bambu é considerado, principalmente pelos povos asiáticos, como uma dádiva dos deuses, ouro verde da floresta e amigo do homem. No entanto, em outros países, como no Brasil, ao bambu é atribuído, de forma pejorativa, o título de "madeira dos pobres".
No Brasil, as espécies mais conhecidas de bambu são de origem asiática. Algumas delas foram introduzidas pelos colonizadores portugueses (gêneros Bambusa e Dendrocalamus), outras mais recentemente por imigrantes asiáticos (gêneros Sasa e Phyllostachys). As espécies nativas no Brasil são conhecidas geralmente por taquara, taboca, jativoca, taquaruçú ou taboca-açú, conforme sua região de ocorrência. Existem grandes áreas desses tipos de bambu na floresta amazônica (Acre), parque da Foz do Iguaçú e nas margens de alguns rios do Pantanal. Nessas regiões ocorrem bambus do gênero Guadua - um dos mais importantes em construções.
Quando comparado com a Colômbia e o Equador, o Brasil encontra-se em clara desvantagem no tocante ao uso do bambu. Uma hipótese provável, para esse "atraso" tecnológico, refere-se à direção de colonização desses países, ou seja, enquanto que o Brasil foi colonizado via Oceano Atlântico, a Colômbia e o Equador o foram pelo Oceano Pacífico. Os portugueses, interessados apenas na extração do pau-brasil presente na Mata Atlântica, não deram importância às gramíneas existentes nessa floresta, devido ao fato das mesmas apresentarem pequeno porte, não servindo, de um modo geral, para uso em construções. Cabe lembrar que os bambus genuinamente nacionais e que apresentam porte elevado encontravam-se longe da Costa Atlântica; pode-se, inclusive, dizer que a "descoberta" das florestas de bambus gigantes brasileiros é relativamente recente. Por outro lado, quando os espanhóis iniciaram a colonização de seus territórios na América do Sul, se defrontaram com verdadeiras fortalezas construídas pelos nativos, feitas com o bambu Guadua. Desse modo, os descendentes desses nativos apenas continuaram (e aprimoraram) o uso da tecnologia da construção com bambu.
Bambu na estrutura e outros usos
Bambu é alternativa para construção civil
Dono de extensas reservas naturais, localizadas em áreas tropicais e subtropicais, o Brasil pode obter uma boa economia de recursos com a utilização do bambu na construção civil.
Essa alternativa é defendida pelo professor Khosrow Ghavami, que há mais de 20 anos desenvolve estudos sobre o uso do bambu e outros materiais, como fibras de coco, que podem baratear o custo da construção civil. Ghavami é professor titular do Departamento de Engenharia Civil da PUC-Rio e vem desenvolvendo pesquisas sobre a substituição do aço pelo bambu na fabricação de estruturas de concreto. Segundo ele, o material tem resistência suficiente para ser utilizado na fabricação das estruturas. Nos ensaios realizados na universidade, o bambu apresentou resistência à tração de 200 MPa, índice próximo aos 240 MPa apresentados por uma chapa de aço.
“Com esses estudos estamos provando cientificamente que o bambu pode ser utilizado na construção civil”, afirma Ghavami, um dos fundadores e atual presidente da Associação Brasileira de Ciências em Materiais e Tecnologias Não Convencionais (ABMTENC). Para garantir a durabilidade, o material recebe tratamento para evitar apodrecimento e ataque de fungos e cupins.
Uma das principais vantagens do uso do bambu é a economia. Pelos cálculos do professor Ghavami, a utilização pode reduzir em mais de 30% o custo final da construção. Só para ter uma idéia, a fabricação de um tubo de aço consome 50 vezes mais energia do que um de bambu com as mesmas proporções.
A equipe de Ghavami vem dedicando-se a estudar 12 dos 1.200 tipos de bambu já catalogados. “Atualmente, estamos fazendo o mapeamento das suas micro- estruturas para estabelecer as propriedades físicas e mecânicas de cada tipo e verificar a adequação a cada forma de utilização”, explica Khosrow Ghavami, que recebe apoio da FAPERJ através do programa Cientistas do Nosso Estado.
Bambu: uma alternativa com aval de 6 mil anos
A utilização do bambu tem outras vantagens. O material não é poluente, ao contrário do amianto, cuja utilização está proibida em alguns países europeus por estar associado a certas formas de câncer. Além disso, as reservas de bambu são renováveis. “Por tudo isso, pode-se afirmar que o bambu será o material do século XXI”, afirma o professor, lembrando que o bambu já pode ser cortado após três anos de plantado.
Pouco difundida nos grandes centros do Brasil, a utilização do bambu e de fibras vegetais é mais antiga do que se possa imaginar. No Irã, há registro de habitações com mais de 6 mil anos construídas com palha de trigo. O bambu também é amplamente adotado em países como Japão, China e Filipinas. Na América do Sul, o material foi muito usado na região onde fica a Colômbia, mas boa parte foi destruída no período de colonização espanhola. Apesar do baixo custo, o bambu ainda é utilizado no Brasil, quase que exclusivamente, em construções temáticas e de luxo. Já na Costa Rica é empregado em casas populares.
Fonte:
© FAPERJ –
Dono de extensas reservas naturais, localizadas em áreas tropicais e subtropicais, o Brasil pode obter uma boa economia de recursos com a utilização do bambu na construção civil.
Essa alternativa é defendida pelo professor Khosrow Ghavami, que há mais de 20 anos desenvolve estudos sobre o uso do bambu e outros materiais, como fibras de coco, que podem baratear o custo da construção civil. Ghavami é professor titular do Departamento de Engenharia Civil da PUC-Rio e vem desenvolvendo pesquisas sobre a substituição do aço pelo bambu na fabricação de estruturas de concreto. Segundo ele, o material tem resistência suficiente para ser utilizado na fabricação das estruturas. Nos ensaios realizados na universidade, o bambu apresentou resistência à tração de 200 MPa, índice próximo aos 240 MPa apresentados por uma chapa de aço.
“Com esses estudos estamos provando cientificamente que o bambu pode ser utilizado na construção civil”, afirma Ghavami, um dos fundadores e atual presidente da Associação Brasileira de Ciências em Materiais e Tecnologias Não Convencionais (ABMTENC). Para garantir a durabilidade, o material recebe tratamento para evitar apodrecimento e ataque de fungos e cupins.
Uma das principais vantagens do uso do bambu é a economia. Pelos cálculos do professor Ghavami, a utilização pode reduzir em mais de 30% o custo final da construção. Só para ter uma idéia, a fabricação de um tubo de aço consome 50 vezes mais energia do que um de bambu com as mesmas proporções.
A equipe de Ghavami vem dedicando-se a estudar 12 dos 1.200 tipos de bambu já catalogados. “Atualmente, estamos fazendo o mapeamento das suas micro- estruturas para estabelecer as propriedades físicas e mecânicas de cada tipo e verificar a adequação a cada forma de utilização”, explica Khosrow Ghavami, que recebe apoio da FAPERJ através do programa Cientistas do Nosso Estado.
Bambu: uma alternativa com aval de 6 mil anos
A utilização do bambu tem outras vantagens. O material não é poluente, ao contrário do amianto, cuja utilização está proibida em alguns países europeus por estar associado a certas formas de câncer. Além disso, as reservas de bambu são renováveis. “Por tudo isso, pode-se afirmar que o bambu será o material do século XXI”, afirma o professor, lembrando que o bambu já pode ser cortado após três anos de plantado.
Pouco difundida nos grandes centros do Brasil, a utilização do bambu e de fibras vegetais é mais antiga do que se possa imaginar. No Irã, há registro de habitações com mais de 6 mil anos construídas com palha de trigo. O bambu também é amplamente adotado em países como Japão, China e Filipinas. Na América do Sul, o material foi muito usado na região onde fica a Colômbia, mas boa parte foi destruída no período de colonização espanhola. Apesar do baixo custo, o bambu ainda é utilizado no Brasil, quase que exclusivamente, em construções temáticas e de luxo. Já na Costa Rica é empregado em casas populares.
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© FAPERJ –
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Eucalipto - origem no Brasil
Madeira para toda a vida.
Se esta entre os seus sonhos ter uma casa com estrutura de madeira, prepare-se. Antes de dar início à empreitada, é preciso ficar atento aos cuidados que o material deve receber antes de ser implantado. A madeira chamada "de lei", mais resistente ao ataque de fungos e insetos, está em vias de extinção. O uso desenfreado do material resultou no desmatamento de grande parte de nossas florestas e, hoje, é crime derrubar os exemplares que resistiam à tamanha agressão. Só para ter uma idéia, para que o tronco de uma árvore dessas chegue a um metro de diâmetro são necessários de 220 a 500 anos. A alternativa ecologicamente correta é a madeira de reflorestamento tratado. Um dos exemplares mais comuns e ideais para esse tipo de processo é o eucalipto, originário da Austrália. A espécie foi introduzida no Brasil no início do século 19 pelo engenheiro agrônomo e diretor florestal da Cia. Paulista de Estradas de Ferro Dr. Edmundo Navarro de Andrade. Entre os anos de 1890 e 1904, foi comprada uma enorme quantidade de terras com cobertura de madeiras nativas. As espécies eram as fontes de energia para as locomotivas, que estavam em ritmo de crescimento em função do ciclo do café.
Como as florestas foram rapidamente consumidas, Dr. Edmundo Navarro de Andrade foi encarregado de encontrar fonte de energia alternativa. Depois de pesquisar árvores nativas de vários países, o engenheiro encontrou na Austrália o eucalipto, que foi introduzido na região de Rio Claro, interior de São Paulo.
A adaptação foi surpreendente. Em pouco tempo, o eucalipto - que, diferentemente das madeiras chamadas "de lei" leva 40 a 50 anos para chegar um metro de diâmetro de tronco - cresceu e seu desenvolveu no país. No entanto, com a introdução da eletrificação nas ferrovias, por volta de 1930, Dr. Edmundo Navarro de Andrade foi novamente designado a realizar outra missão: dar fim aos 20 milhões de pés de eucalipto que ficariam sem uso. O engenheiro resolveu transformar aquela madeira em material para ferrovia - dormentes, postes de eletrificação e mourões para cercar as fazendas pelas quais ferrovia passava - porém, em pouco tempo, teve problemas com o apodrecimento precoce. A experiência mal sucedida levou o Dr. Edmundo Navarro de Andrade para a Alemanha, onde encontrou o químico Dr. Maurício Hilpert, que veio para o Brasil, em 1935, a fim de estudar a preservação química dessas espécies. Um ano mais tarde, o químico fundou a empresa pioneira na preservação de madeira em autoclave da América Latina.
O eucalipto é uma espécie predominantemente construída de celulose e amido, alimentos principais de fungo e insetos xilófagos. Com o aperfeiçoamento e a seleção de espécies, foi encontrada a madeira ideal para construção civil.
O eucalipto possui densidade (peso) que variam de 480 kg por m³ a 1040 kg por m³. Esta última, densidade do eucalipto citriodora, é ideal para construção civil, porque confere à espécie alta resistência físico-mecânica, excelente estabilidade de fibra e alta capacidade de absorção de produtos químicos.
O eucalipto citriodora em conicidades menos acentuadas é favorável à preservação e resulta em peças mais retilíneas e homogêneas.
Acabamento
Para providenciar um visual mais agradável, a madeira preservada pode ser encerada, mantida na cor natural ou ainda lixada e pigmentada com stain, uma solução impermeabilizante, que imita a cor de outras madeiras. Há ainda a opção de impermeabilizar a madeira, mais essa é a menos indicada. O verniz cria uma película impermeável dentro da madeira. como se selasse a peça e isolasse do meio ambiente. Isso resulta na possibilidade de descascamento, propiciando um aspecto de envelhecimento precoce.
Se esta entre os seus sonhos ter uma casa com estrutura de madeira, prepare-se. Antes de dar início à empreitada, é preciso ficar atento aos cuidados que o material deve receber antes de ser implantado. A madeira chamada "de lei", mais resistente ao ataque de fungos e insetos, está em vias de extinção. O uso desenfreado do material resultou no desmatamento de grande parte de nossas florestas e, hoje, é crime derrubar os exemplares que resistiam à tamanha agressão. Só para ter uma idéia, para que o tronco de uma árvore dessas chegue a um metro de diâmetro são necessários de 220 a 500 anos. A alternativa ecologicamente correta é a madeira de reflorestamento tratado. Um dos exemplares mais comuns e ideais para esse tipo de processo é o eucalipto, originário da Austrália. A espécie foi introduzida no Brasil no início do século 19 pelo engenheiro agrônomo e diretor florestal da Cia. Paulista de Estradas de Ferro Dr. Edmundo Navarro de Andrade. Entre os anos de 1890 e 1904, foi comprada uma enorme quantidade de terras com cobertura de madeiras nativas. As espécies eram as fontes de energia para as locomotivas, que estavam em ritmo de crescimento em função do ciclo do café.
Como as florestas foram rapidamente consumidas, Dr. Edmundo Navarro de Andrade foi encarregado de encontrar fonte de energia alternativa. Depois de pesquisar árvores nativas de vários países, o engenheiro encontrou na Austrália o eucalipto, que foi introduzido na região de Rio Claro, interior de São Paulo.
A adaptação foi surpreendente. Em pouco tempo, o eucalipto - que, diferentemente das madeiras chamadas "de lei" leva 40 a 50 anos para chegar um metro de diâmetro de tronco - cresceu e seu desenvolveu no país. No entanto, com a introdução da eletrificação nas ferrovias, por volta de 1930, Dr. Edmundo Navarro de Andrade foi novamente designado a realizar outra missão: dar fim aos 20 milhões de pés de eucalipto que ficariam sem uso. O engenheiro resolveu transformar aquela madeira em material para ferrovia - dormentes, postes de eletrificação e mourões para cercar as fazendas pelas quais ferrovia passava - porém, em pouco tempo, teve problemas com o apodrecimento precoce. A experiência mal sucedida levou o Dr. Edmundo Navarro de Andrade para a Alemanha, onde encontrou o químico Dr. Maurício Hilpert, que veio para o Brasil, em 1935, a fim de estudar a preservação química dessas espécies. Um ano mais tarde, o químico fundou a empresa pioneira na preservação de madeira em autoclave da América Latina.
O eucalipto é uma espécie predominantemente construída de celulose e amido, alimentos principais de fungo e insetos xilófagos. Com o aperfeiçoamento e a seleção de espécies, foi encontrada a madeira ideal para construção civil.
O eucalipto possui densidade (peso) que variam de 480 kg por m³ a 1040 kg por m³. Esta última, densidade do eucalipto citriodora, é ideal para construção civil, porque confere à espécie alta resistência físico-mecânica, excelente estabilidade de fibra e alta capacidade de absorção de produtos químicos.
O eucalipto citriodora em conicidades menos acentuadas é favorável à preservação e resulta em peças mais retilíneas e homogêneas.
Acabamento
Para providenciar um visual mais agradável, a madeira preservada pode ser encerada, mantida na cor natural ou ainda lixada e pigmentada com stain, uma solução impermeabilizante, que imita a cor de outras madeiras. Há ainda a opção de impermeabilizar a madeira, mais essa é a menos indicada. O verniz cria uma película impermeável dentro da madeira. como se selasse a peça e isolasse do meio ambiente. Isso resulta na possibilidade de descascamento, propiciando um aspecto de envelhecimento precoce.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Plantas com fonte e madeira bonita





A chamada da revista É Agua no jardim.
Plantas com fonte num canto não utilizado. As madeiras descobri a pouco são de peças velhas de carrocerias de caminhão. Sempre madeira boa e duravel. Vou fazer!
Casa&Jardim, ano 49,n.o 575, dez/2002.
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domingo, 12 de julho de 2009
Casa de pedra

Olha esta casa com pedras encaixadas - mas não tenho a materia completa. Sumiu a revista, sobrando esta folha. Observem o encaixe de pedras na entrada,
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Rustico????

Projeto postado pela revista Arquitetura&Construção (ano 11, n.o 7 - jul/1995) como um voto para o rústico - casa grande, para mim é um projeto pseudo-rústico, mas a varanda me chamou a atenção. Os pilares são de maçaranduba em blocos de concreto - metodo construtivo - 'ossatura". Outras madeiras utilizadas: aquariquara (foto), ipê.
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