Papel, linha de algodão, bambu e um jeito bom de viver ...
sábado, 20 de agosto de 2011
BAMBU - Nosso Campo / TV TEM - YouTube
Olha ai quantas idéias com o bambu:
Marcadores:
bambu,
boas ideias,
construindo com bambu
sábado, 2 de outubro de 2010
Recicle, crie, preserve e salve
Bom blog.
Luis Toledo de Sá é o cara (RJ).
http://preservblog.blogspot.com/2010/02/casa-recilada-2.html
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Plantas, ervas, horta, talhares = MESA!
Que mesa incrivel - para perder um tempinho, observando os detalhes - que boa ideia para quem tem um espaço - um fundinho de quintal ou jardim.
Thaís Lauton
"Quando vi esta foto na revista Garden Design fiquei impressionada pela reunião de elementos. Tem de tudo, mas principalmente uma reunião de espécies impecável, de fazer inveja a muito arranjo de mesa. Reparem que as plantas foram centralizadas, sem atrapalhar os lugares marcados pelos pratos e taças. O mais improvável – mas incrivelmente lindo – é a cascata que passa pelo centro da mesa e deságua em uma das laterais. O que acham?"
Thaís Lauton
Marcadores:
boas ideias,
mesa,
plantas e vasos
terça-feira, 16 de março de 2010
JuÁrvore ( busque - sabe tudo) - e os esquecimentos do Anildo
Pois, então - minha esclerose não me permite mais lembrar alguns bons momentos da internet - é não que a moça retornou e eu não sabia (o blog dela é muito bom, tire um tempinho) segue um copia:
35. anildo guedes - 26/02/2009
Ainda vou conhecer o blog, mas li os comentarios. Tenho um terreno, onde promovo alguns eventos culturais com 03 araucarias e mais 125 especies. Meu projeto é em 02 anos transformar o local exclusivamente de plantas nativas paranaenses. Ja vi que não vai ser facil. Localizei o blog pesquisando mudas/sementes. Tenho algumas mudas de araucaria (+-25) que consegui atraves do pimhoes que cairam no solo. Tenho que aprender a mexer.
Grato e parabens
Responder
JuÁrvore - 28/02/2009
Olá Anildo,
Que bom receber teu comentário… Adorei saber de seu terreno! Deve ser um espaço lindo com tantas árvores! Realmente fazer replantio não é fácil, ainda mais de nativas, que o mercado ainda não disponibiliza com facilidade… Mas aos poucos você consegue! Faça coleta de sementes, germine suas árvores assim como as araucárias… é lindo ver um ser tão forte e majestoso crescer! Existe literatura científica a respeito das espécies nativas do Paraná… Acho que não deve ser difícil encontrar! Desejo sucesso no plantio, agradeço sua visita!
Abraço
35. anildo guedes - 26/02/2009
Ainda vou conhecer o blog, mas li os comentarios. Tenho um terreno, onde promovo alguns eventos culturais com 03 araucarias e mais 125 especies. Meu projeto é em 02 anos transformar o local exclusivamente de plantas nativas paranaenses. Ja vi que não vai ser facil. Localizei o blog pesquisando mudas/sementes. Tenho algumas mudas de araucaria (+-25) que consegui atraves do pimhoes que cairam no solo. Tenho que aprender a mexer.
Grato e parabens
Responder
JuÁrvore - 28/02/2009
Olá Anildo,
Que bom receber teu comentário… Adorei saber de seu terreno! Deve ser um espaço lindo com tantas árvores! Realmente fazer replantio não é fácil, ainda mais de nativas, que o mercado ainda não disponibiliza com facilidade… Mas aos poucos você consegue! Faça coleta de sementes, germine suas árvores assim como as araucárias… é lindo ver um ser tão forte e majestoso crescer! Existe literatura científica a respeito das espécies nativas do Paraná… Acho que não deve ser difícil encontrar! Desejo sucesso no plantio, agradeço sua visita!
Abraço
Marcadores:
bons sites,
plantas nativas,
sementes nativas
segunda-feira, 1 de março de 2010
Dedetização ecologica
Acordei preocupado com os cupins de um banco bem rústico que tenho - procurando no google alguma solução caseira e natural para os danados, acabei encontrando algumas situações interessantes - por exemplo usar uma solução de querosene ou oleo diesel com sal grosso nas madeiras/moveis infestados de cupim - também encontrei este site que apregoa satisfação total utilizando métodos naturais no combate as pragas urbanas.
- leia um pequeno trecho e veja a explcação completa no:
http://www.dedetizacaoecologica.com.br/dedetizacao/dedetizacao.asp
"O controle de pragas domésticas como baratas, cupins, traças e formigas, que infestam os imóveis na cidade, pode configurar uma oportunidade de relacionamento ambiental ecologicamente correto. Não apenas os condomínios e apartamentos ou sede de empresas, como escritórios e restaurantes, mas também as casas, mais acessíveis a bichinhos nada domésticos como ratos e cobras, podem ser higienizadas por métodos orgânicos capazes de afastar estas companhias desagradáveis."
- conheça um pouco sobre os cupins:
http://ciencia.hsw.uol.com.br/ciencias-da-vida-canal.htm (clicar no: como funcionam os cupins)
- fotos do site a acima.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Site excluisvo de madeira reaproveitada
Não é bem a minha praia comprar os caros produtos de madeira de demolição/recicladas, no meu caso quero fazer, criar e também neste espaço a ideia não é divulgar o pessoal que esta se aproveitando da modinha "ecologicamente correto" - ai incluindo donos de casas de demolição, arquitetos, designers, etc, mas este endereço me pareceu com uma boa proposta. Além de podermos aproveitar para fazermos nossas proprias criações observando boas ideias (paletes como cama por exemplo).
http://tarinutilidades.wordpress.com/
http://www.madeirausada.com.br/
http://tarinutilidades.wordpress.com/
http://www.madeirausada.com.br/
Cozinha - boa ideia
Esta cozinha ficou bem bacana com o teto de madeira e tinta branca (ou será isopor - oba!!! boa idéia). Também achei no blog "ACHADOS DA DECORAÇÃO", que merece uma boa vista com tempo.
Piso - meu sonho de consumo
Este piso acho lindo, creio que seja de madeiras de carrocerias de caminhão.
Fica a ideia - há muita carroceria velha encostada proximo às fabricas ainda existentes.
fonte: blog achados de decoração
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Blog Rainhas do Lar - casinha bonitinha!!!!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Teste para obras sustentaveis
Ja tinha visto umas duas ou tres vezes este teste e sempre achei bobagem, mas hoje pesquisando sobre fundações e algum material alternativo para encher os blocos da fundação, bati com o teste novamente. Minha pontuação deu 85, mas dei alguns chutes, pois minha obra esta bem no começo - mas valeu o tempo perdido, pois abriu um pouco mais a cabeça com relaçao à instalação eletrica e aproveitamento da agua da chuva e tratamento de esgotos.
http://casa.abril.com.br/arquitetura/livre/teste/sustentavel/
http://casa.abril.com.br/arquitetura/livre/teste/sustentavel/
Fundações do Cimples Ócio e sustentabilidade
Estou iniciando a fundação da minha casa no espaçao Cimples Ócio aqui em Curitiba, no bairro Tingui. A ideia é fazer uma casa com 80% de material reaproveitavel - na verdade não sei como fazer esta conta ainda. No momento brigo para buscar alternativas, mas estou pesquisando - as duas pessoas responsaveis - Osmar e Marcio, são pela compra de material novo - da areia, pedra e cimento - não consegui escapar, mas o ferro comprei usado e diminui em torno de 60% do inicial pesquisado, leia-se ferro novo.
Mas o assunto desta postagem é a fundação e encontrei pouca coisa, mas acabei caindo neste texto, que vale a pena repetir nesta espaço:
A importância da sustentabilidade para a construção civil
Autoria: Samara Meneses Silva *
04 de fevereiro de 2009
Num mercado cada vez mais competitivo, as empresas da construção civil buscam atender à demanda social por obras com menor impacto sobre o ambiente. O momento favorável da economia brasileira traz crescimento nos resultados das empresas e levanta discussões práticas com todos os envolvidos. O sucesso empresarial será revertido para sociedade, mas algumas dificuldades devem trazer preocupação aos projetistas, aos fabricantes de materiais e à mão-de-obra técnica e gerencial.
Em cidades com acelerada inserção de obras no meio urbano, o impacto negativo da construção pode ir além do custo do metro quadrado.
A construção civil é tão poluente como os carros e as indústrias, pois contribuem para o desmatamento das florestas, o aquecimento global, o uso irracional de água, o efeito estufa e os ruídos urbanos, entre outros fenômenos. No mundo, construção civil consome cerca de 25% da madeira de uso não combustível, 40% dos materiais e energias e 17% da água doce.
Para combater a imagem da construção como “acidente ecológico”, os princípios da construção sustentável seriam uma nova maneira de abordar a elaboração do programa da edificação, a concepção, a realização e a gestão dos prédios. Algumas medidas podem ser tomadas pelos arquitetos e projetistas para a elaboração de um edifício visando a redução do impacto sobre o meio ambiente: optar por implantações e orientações de prédios que respeitem as características do terreno e o clima; privilegiar tratamentos paisagísticos; escolher materiais adaptados ao entorno e provenientes de locais próximos; otimizar o sistema construtivo evitando super dimensionamentos; implantar sistemas de gestão de resíduos durante a obra e procedimentos limpos; favorecer o uso de luz natural; buscar o equilíbrio entre iluminação e sistemas de ventilação naturais e artificiais; prover o edifício de sistemas de geração de energia e consumo renovável; economizar água potável; reduzir as perdas no aproveitamento da água de chuva; escolher equipamentos sanitários eficientes; reduzir a área impermeável; otimizar o saneamento das águas residuais; garantir a gestão de águas pluviais no terreno; implantar de técnicas de depuração de esgotos antes de ir para rede pública; escolher materiais para tubulações hidráulicas que não contaminem a água; proteger a rede de distribuição coletiva de água; fazer um levantamento de usos dos futuros resíduos que serão produzidos pelo prédio; prever locais específicos para cada tipo de resíduo, a coleta e reaproveitamento; elaborar projetos de acordo como clima da região e o uso do edifício visando a redução do consumo energético por equipamentos de climatização; analisar o comportamento acústico na definição da volumetria do edifício; providenciar proteção acústica natural e artificial; usar elementos de proteção solar; prever meios de controle e regulação necessários à iluminação natural para evitar o superaquecimento; utilizar materiais e produtos menos contaminantes; escolher materiais normatizados; pressupor a ergonomia no projeto; incentivar o uso de transportes públicos e ciclovias; observar a legislação vigente de acessibilidade e promover a integração de usuários portadores de deficiências.
Existem inúmeras medidas para criar um projeto que provoque o menor impacto ambiental. Porém essas medidas devem ser analisadas e aplicadas em todas as fases do ciclo de vida do edifício desde a programação, concepção, execução, ocupação, manutenção, reabilitação e eventual demolição. Nas áreas do planejamento arquitetônico e urbanismo também devem ser tomadas algumas medidas para implantação de um programa de desenvolvimento sustentável, tais como: pesquisar o emprego de novos materiais na construção; reestruturar a distribuição de zonas residenciais e industriais; reciclar materiais reaproveitáveis e buscar fontes alternativas de energia.
A adoção da sustentabilidade pelas empresas do setor da construção servirá para que sejam atingidos alguns objetivos estratégicos mas, mais importante, para desenvolver a consciência das pessoas no ambiente de negócios.
* Gerente de Incorporação da Cosil Construções e Incorporações e pós-graduanda do CEAG da Fundação Getulio Vargas.
Mas o assunto desta postagem é a fundação e encontrei pouca coisa, mas acabei caindo neste texto, que vale a pena repetir nesta espaço:
A importância da sustentabilidade para a construção civil
Autoria: Samara Meneses Silva *
04 de fevereiro de 2009
Num mercado cada vez mais competitivo, as empresas da construção civil buscam atender à demanda social por obras com menor impacto sobre o ambiente. O momento favorável da economia brasileira traz crescimento nos resultados das empresas e levanta discussões práticas com todos os envolvidos. O sucesso empresarial será revertido para sociedade, mas algumas dificuldades devem trazer preocupação aos projetistas, aos fabricantes de materiais e à mão-de-obra técnica e gerencial.
Em cidades com acelerada inserção de obras no meio urbano, o impacto negativo da construção pode ir além do custo do metro quadrado.
A construção civil é tão poluente como os carros e as indústrias, pois contribuem para o desmatamento das florestas, o aquecimento global, o uso irracional de água, o efeito estufa e os ruídos urbanos, entre outros fenômenos. No mundo, construção civil consome cerca de 25% da madeira de uso não combustível, 40% dos materiais e energias e 17% da água doce.
Para combater a imagem da construção como “acidente ecológico”, os princípios da construção sustentável seriam uma nova maneira de abordar a elaboração do programa da edificação, a concepção, a realização e a gestão dos prédios. Algumas medidas podem ser tomadas pelos arquitetos e projetistas para a elaboração de um edifício visando a redução do impacto sobre o meio ambiente: optar por implantações e orientações de prédios que respeitem as características do terreno e o clima; privilegiar tratamentos paisagísticos; escolher materiais adaptados ao entorno e provenientes de locais próximos; otimizar o sistema construtivo evitando super dimensionamentos; implantar sistemas de gestão de resíduos durante a obra e procedimentos limpos; favorecer o uso de luz natural; buscar o equilíbrio entre iluminação e sistemas de ventilação naturais e artificiais; prover o edifício de sistemas de geração de energia e consumo renovável; economizar água potável; reduzir as perdas no aproveitamento da água de chuva; escolher equipamentos sanitários eficientes; reduzir a área impermeável; otimizar o saneamento das águas residuais; garantir a gestão de águas pluviais no terreno; implantar de técnicas de depuração de esgotos antes de ir para rede pública; escolher materiais para tubulações hidráulicas que não contaminem a água; proteger a rede de distribuição coletiva de água; fazer um levantamento de usos dos futuros resíduos que serão produzidos pelo prédio; prever locais específicos para cada tipo de resíduo, a coleta e reaproveitamento; elaborar projetos de acordo como clima da região e o uso do edifício visando a redução do consumo energético por equipamentos de climatização; analisar o comportamento acústico na definição da volumetria do edifício; providenciar proteção acústica natural e artificial; usar elementos de proteção solar; prever meios de controle e regulação necessários à iluminação natural para evitar o superaquecimento; utilizar materiais e produtos menos contaminantes; escolher materiais normatizados; pressupor a ergonomia no projeto; incentivar o uso de transportes públicos e ciclovias; observar a legislação vigente de acessibilidade e promover a integração de usuários portadores de deficiências.
Existem inúmeras medidas para criar um projeto que provoque o menor impacto ambiental. Porém essas medidas devem ser analisadas e aplicadas em todas as fases do ciclo de vida do edifício desde a programação, concepção, execução, ocupação, manutenção, reabilitação e eventual demolição. Nas áreas do planejamento arquitetônico e urbanismo também devem ser tomadas algumas medidas para implantação de um programa de desenvolvimento sustentável, tais como: pesquisar o emprego de novos materiais na construção; reestruturar a distribuição de zonas residenciais e industriais; reciclar materiais reaproveitáveis e buscar fontes alternativas de energia.
A adoção da sustentabilidade pelas empresas do setor da construção servirá para que sejam atingidos alguns objetivos estratégicos mas, mais importante, para desenvolver a consciência das pessoas no ambiente de negócios.
* Gerente de Incorporação da Cosil Construções e Incorporações e pós-graduanda do CEAG da Fundação Getulio Vargas.
Marcadores:
cimples ocio construçao alternativa,
sustentabilidade
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Tibá - um dos precursores




Revendo algumas bibliografias lembrei deste site - tem diversos cursos e um dos organizadores é um dos papas da construção alternativa. ecologicamente correta ou o termo que voce quiser para morar ou construir com coerencia. Tem inumeras ideias de bio-construção, Muito bom! Segue um pequeno trecho e o endereço:
"Toda arquitetura consiste em fazer uma cobertura e suas funções são iguais para qualquer ser humano. De um jeito ou de outro, o homem quer se proteger do sol, da chuva, do vento, dos outros animais – enfim, ele quer se sentir seguro dos elementos que podem causar desconforto. Uma casa é para se sentir bem, não interessa se é luxuosa ou se é de um simples material como o gelo, a essência é de nos cobrir e de proporcionar uma área para dormir, trabalhar, conviver, namorar - isso é o que esperamos de uma moradia, e esse é o trabalho do arquiteto: criar um espaço em harmonia."
Boas ideias reciclaveis e eco-sustentaveis

Recebi hoje, depois de uma longa novela (julho deste ano) o projeto estrutural de minha futura casa, que tem o objetivo de utilizar ao menos 70% de material de demolição ou reutilizaveis - tarefa dificil. O arquitetonico teve a condução da Camile e da Carolina, clientes do Cimples Ócio, hoje totalmente deformado. Portanto uma nova etapa em minha vida e a retomada da pesquisa para a construção (ou re-) de uma casa com uma concepção um pouco diferenciada do padrão curitibano de morar. Neste post estou indicando um site bem interessante que vale a visita pois contem inumeras ideias. Neste caso especifico para reformas. Lá neste site (também tem um blog - mesmo endereço acrescentando /blog no final) voce encontrará assessoria, pesquisas da area, itens como planejamento sustentavel da obra, conforto termo-acustico, uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigaveis, aproveitamento passivo dos recursos naturais indicação de videos e livros como o "Manual do arquiteto descalço" de Johan Van Lengen. Informa também sobre curso em Curitiba nos dias 27, 28 e 29/11 em parceria com a Ecostudio, que ja foi post por aqui. Acessem lá:
terça-feira, 21 de julho de 2009
Aproveitamento de agua da chuva
Quiosques

Algumas boas ideias para areas de lazer/sossego.

fonte: revista Plantas, flores, jardins e decoração, n.o 77
Plantas e cuidados


Olha a materia da revista Jardins e decoração sobre dicas para cuidar das plantas com procedimentos e produtos naturais. Ckique na imagem para ler.
fonte: revista Plantas, flores, jardins&Decoração, nr. 77
Marcadores:
plantas cuidados naturais,
plantas e vasos
domingo, 19 de julho de 2009
Estruturas de concreto e aço - uso. Cultural!?
GUSTAVO PENNA 

foto (do site)Escola Guinard: bom exemplo de aplicação do aço na cultura brasileira, privilegiando espaços abertos e varandas
- Boa entrevista que analisa nossa cultura, clima, etc. Não deixe de ler!
Em entrevista concedida à Téchne, Penna aponta a necessidade de uma união dos vários agentes envolvidos com o uso de estruturas metálicas para fomentar produções arquitetônicas de maior criatividade e inventividade adequadas ao solo e modo de vida brasileiros.
Por que no Brasil não temos muitas obras que empregam estruturas metálicas? Falta de cultura ou de sistema tecnológico compatível?
A linguagem do concreto no Brasil foi inventada por gente como Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Paulo Mendes da Rocha, entre outros. São grandes criadores com o concreto. Qual é a estética brasileira do aço? Não existe. A estética brasileira do aço está para nascer porque o que nós ainda fazemos é a repetição de modelos importados versados para tecnologia tupiniquim.
E a solução para isso?
O que deveríamos fazer aqui é entender nosso clima, nossa gente, nossos valores estéticos e culturais e colocar isso em construção metálica. Como o brasileiro faria uma arquitetura com aço? São os grandes vãos? O retorno das varandas? A varanda é nosso lugar mais brasileiro, tropical e democrático. É o momento de pensar as várias ideias, e as várias correntes que estão aí sufocadas virem e aparecerem com suas propostas. Não é o momento de repetir os erros do passado.
Poderia citar arquitetos brasileiros que usam o aço com propriedade, fora o senhor e os arquitetos Siegbert Zanettini e João Walter Toscano, entre outros?
Eu não tenho dúvidas que existam vários arquitetos que lutam com as mesmas dificuldades que eu luto, mas não é uma questão de um indivíduo, é uma questão muito mais ampla, de cultura mesmo, é uma questão da sociedade que não pensa em arquitetura como solucionadora de problemas. Eu não sei se a arquitetura foi em algum momento colocada na história para fazer "boniteza" em vez de beleza, como algo supérfluo. No entanto, arquitetura é fundamental para que o homem viva em paz com o seu planeta, porque ela promete gentilezas e harmonias. Existem arquitetos jovens em Minas que fazem esse trabalho, mas como esses arquitetos ainda não têm um apoio substancial - a indústria do concreto dá esse apoio - existem muitos equívocos de fundamentos no uso das estruturas metálicas.
Que equívocos são esses?
São questões da linguagem arquitetônica. O aço não é para fazer um detalhe agressivo, ou de impacto, em um canto da esquadria, ou exibir uma cobertura de um grande vão. Quando uma obra é de aço, ela nasce de aço, ela não é alternativa ao concreto. A partir do primeiro croqui ela nasce de aço. O aço tem características próprias, ele trabalha melhor à tração, é mais esbelto, mas não me atrai essa arquitetura cheia de diagonais que à primeira vista o aço obriga a fazer. Todo mundo que eu conheço, no senso comum, faz estrutura metálica como uma coisa toda irrequieta, cheia de diagonais.
veja entrevista no seu todo no (fonte):
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/146/artigo139035-1.asp


foto (do site)Escola Guinard: bom exemplo de aplicação do aço na cultura brasileira, privilegiando espaços abertos e varandas
- Boa entrevista que analisa nossa cultura, clima, etc. Não deixe de ler!
Em entrevista concedida à Téchne, Penna aponta a necessidade de uma união dos vários agentes envolvidos com o uso de estruturas metálicas para fomentar produções arquitetônicas de maior criatividade e inventividade adequadas ao solo e modo de vida brasileiros.
Por que no Brasil não temos muitas obras que empregam estruturas metálicas? Falta de cultura ou de sistema tecnológico compatível?
A linguagem do concreto no Brasil foi inventada por gente como Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Paulo Mendes da Rocha, entre outros. São grandes criadores com o concreto. Qual é a estética brasileira do aço? Não existe. A estética brasileira do aço está para nascer porque o que nós ainda fazemos é a repetição de modelos importados versados para tecnologia tupiniquim.
E a solução para isso?
O que deveríamos fazer aqui é entender nosso clima, nossa gente, nossos valores estéticos e culturais e colocar isso em construção metálica. Como o brasileiro faria uma arquitetura com aço? São os grandes vãos? O retorno das varandas? A varanda é nosso lugar mais brasileiro, tropical e democrático. É o momento de pensar as várias ideias, e as várias correntes que estão aí sufocadas virem e aparecerem com suas propostas. Não é o momento de repetir os erros do passado.
Poderia citar arquitetos brasileiros que usam o aço com propriedade, fora o senhor e os arquitetos Siegbert Zanettini e João Walter Toscano, entre outros?
Eu não tenho dúvidas que existam vários arquitetos que lutam com as mesmas dificuldades que eu luto, mas não é uma questão de um indivíduo, é uma questão muito mais ampla, de cultura mesmo, é uma questão da sociedade que não pensa em arquitetura como solucionadora de problemas. Eu não sei se a arquitetura foi em algum momento colocada na história para fazer "boniteza" em vez de beleza, como algo supérfluo. No entanto, arquitetura é fundamental para que o homem viva em paz com o seu planeta, porque ela promete gentilezas e harmonias. Existem arquitetos jovens em Minas que fazem esse trabalho, mas como esses arquitetos ainda não têm um apoio substancial - a indústria do concreto dá esse apoio - existem muitos equívocos de fundamentos no uso das estruturas metálicas.
Que equívocos são esses?
São questões da linguagem arquitetônica. O aço não é para fazer um detalhe agressivo, ou de impacto, em um canto da esquadria, ou exibir uma cobertura de um grande vão. Quando uma obra é de aço, ela nasce de aço, ela não é alternativa ao concreto. A partir do primeiro croqui ela nasce de aço. O aço tem características próprias, ele trabalha melhor à tração, é mais esbelto, mas não me atrai essa arquitetura cheia de diagonais que à primeira vista o aço obriga a fazer. Todo mundo que eu conheço, no senso comum, faz estrutura metálica como uma coisa toda irrequieta, cheia de diagonais.
veja entrevista no seu todo no (fonte):
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/146/artigo139035-1.asp
Construções sutentaveis - o que é?
Achei um site interessante na busca de entender o que é construção sustentavel. Segue uma parte do que li por lá:
Habitações de baixo custo mais sustentáveis
Muito se tem falado ultimamente sobre sustentabilidade e construções sustentáveis. Mas o que seriam construções sustentáveis? Seriam aquelas que atendessem adequadamente às dimensões da sustentabilidade. Normalmente, tais dimensões são entendidas como aquelas associadas a questões econômicas, sociais e ambientais. Mais recentemente, como menciona a Agenda 21 para a Construção Sustentável, esse número de dimensões foi ampliado e passou a incluir aspectos culturais (identidade com a cultura ou anseios culturais de uma população), políticos (participação da população-alvo nas decisões que lhe dizem respeito), entre outros. Dentro desse quadro cabe assinalar que não existem (ou se existirem, são muito raras) construções sustentáveis. Elas constituem metas a serem buscadas, gradativamente. O que se pode almejar construir são, então, construções mais sustentáveis, em cuja materialização se tenta introduzir tais dimensões.
O Norie (Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação), um dos braços do PPGEC-UFRGS (Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), que se dedica à área de construção, vem desenvolvendo pesquisas, desde o início desta década, que resultaram em propostas para conjuntos habitacionais e habitações voltadas a populações de baixa renda.
fonte:
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil
Habitações de baixo custo mais sustentáveis
Muito se tem falado ultimamente sobre sustentabilidade e construções sustentáveis. Mas o que seriam construções sustentáveis? Seriam aquelas que atendessem adequadamente às dimensões da sustentabilidade. Normalmente, tais dimensões são entendidas como aquelas associadas a questões econômicas, sociais e ambientais. Mais recentemente, como menciona a Agenda 21 para a Construção Sustentável, esse número de dimensões foi ampliado e passou a incluir aspectos culturais (identidade com a cultura ou anseios culturais de uma população), políticos (participação da população-alvo nas decisões que lhe dizem respeito), entre outros. Dentro desse quadro cabe assinalar que não existem (ou se existirem, são muito raras) construções sustentáveis. Elas constituem metas a serem buscadas, gradativamente. O que se pode almejar construir são, então, construções mais sustentáveis, em cuja materialização se tenta introduzir tais dimensões.
O Norie (Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação), um dos braços do PPGEC-UFRGS (Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), que se dedica à área de construção, vem desenvolvendo pesquisas, desde o início desta década, que resultaram em propostas para conjuntos habitacionais e habitações voltadas a populações de baixa renda.
fonte:
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil
Assinar:
Postagens (Atom)









